Ato

ATO

“O que nós trazemos para casa?” foi o questionamento que guiou a Feli Home. Tendo como base as poses do yoga e a energia que nosso corpo é capaz de emanar, a Ana Duque apresenta vasos e um porta intenso que materializam toda essa potência. A posição “down dog”, por exemplo, estimula a criatividade e autoconfiança e inspira os vasos. O porta incenso é uma peça multifacetada: pode ser usada sozinho ou com plantas. Com um design inteligente e original, permite que o incenso fique escondido na parte interna, mas que a fragrância exalada na queima se espalhe pelo ambiente.

O poder do processo manual e artesanal, que tem na natureza sua base, reforça todo o conceito da Feli. Das roupas aos objetos de decoração, a energia que se acumula no processo de concepção, criação e desenvolvimento chega à casa e ao corpo das pessoas para que o ciclo de positividade nunca se rompa. O design ganha significado, saindo do reduto da estética para mostrar a potência das cores, das forças e das intenções. Que saibamos fazer de nós mesmos “casa de sentimentos bons”!

A produção dos objetos da primeira linha de decoração da Ana Duque+, a ATO,  carrega simbologias muito importantes para a marca. As peças da ATO carregam a arte como propósito e foram feitas pelas mãos de artistas e artesãos do Vale do Jequitinhonha. Cada objeto produzido carrega o nome daqueles que estiveram presentes na construção de mais uma história contada por Ana Duque+.

O primeiro passo é a extração do barro direto da natureza, geralmente feita no rio próximo à casa dos artesãos. É preciso que o barro fique seco para que se ganhe uma consistência bem rígida, como se fosse uma pedra.

Depois de seco, o barro passa por um processo, que demanda força, para se transformar em areia. Em seguida, com a consistência já areada, o barro precisa ser peneirado para depois ser misturado com à água.

Com as mãos, o próximo passo é dar vida à junção da água do barro. A mistura desses elementos vai se transformar em uma massa encorpada, pronta para ser modelada e ganhar o formato final, o ato da criação.

Neste momento, enquanto manuseada pelos artesãos, a massa sofre alterações na forma e espessura. Cada peça que começa a ser criada recebe um suporte único e descartável para modelação, o que faz de cada objeto singular.

As peças moldadas precisam ficar um tempo em observação e na secagem, enquanto pequenos ajustes na modelagem são feitos antes de ganharem total rigidez. Em seguida, as peças vão para o forno e são preparadas com uma camada protetora de óleo extraído do próprio barro, o oléo é produzido pelas artesãs. 

 

Após quinze horas da primeira queima, as peças chegam novamente às mãos dos artesãos para serem pintadas com tinta, que também é extraída do pigmento do proprio barro ou de cascas das árvores da região. Os artesãos e bordados feitos com o usam penas de galinha para fazer a pintura, técnica utilizada por gerações e passada adiante.

Para a finalização do processo, as peças retornam ao forno por mais oito horas, ajustando as cores, como o dourado que se transforma em marrom, e dando mais vibração às pinturas feitas em cada criação.

 

A linha de decor é uma dobradinha da parceria com as artesãs do Vale do Jequitinhonha, iniciada na coleção anterior. São das mãos dessas mulheres fortes que nascem os objetos. Elas pegam o barro de um rio próximo e deixam a matéria prima secando por 10 a 14 dias, a depender do clima. Depois, começam a modelar a massa e, quando chegam ao formato final, levam para o forno à lenha, em um processo que leva de 8 a 9 horas de queima. Em seguida, com a peça já fria, as artesãs começam a pintar com uma tinta natural, feita a partir das árvores nativas da região. Outro processo de queima acontece depois que a peça recebe a tinta.

 

Sobre a loja

A Ana Duque + foi criada pensando em uma moda mais responsável e sustentável. Aqui, priorizamos o slow fashion, nossos processos de produção são manuais e naturais.Optamos pelo tingimento natural das peças, bordado manual , tecidos reciclados respeitando o tempo e as cores de modo responsável. Buscamos inpiração ao redor do mundo e desenvolvemos coleções atemporais, seguindo a tendência do conforto e bem-estar. Acreditamos que é possível uma moda global e criativa e ao mesmo tempo responsável.

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ANA BEATRIZ FERNANDES DUQUE EIRELI - CNPJ: 35.099.824/0001-45 © Todos os direitos reservados. 2021

A nossa coleção de estreia, intitulada Zazil - que em maia significa “transparência de espírito, luz e claridade”, faz uma homenagem aos antigos povos maias e à região de Tulum, no México. Reverenciamos aqui sua cultura, seus costumes e seus avanços.

As cores do calendário maia serviram como ponto de partida para a criação das peças e, em especial, para as padronagens que foram bordadas nas jaquetas jeans. Além das jaquetas, a coleção conta com peças fluídas, leves, perfeitas para quem gosta de conforto, mas preza por design.

As roupas foram desenvolvidas a partir de trabalho manual e artesanal, por isso possuem tiragem limitada. O grupo de tecelãs Mulheres do Jequitinhonha (@mulheresdojequitinhonha) tingiu de forma natural as peças, utilizando sementes e cascas de árvores típicas da região de Minas Gerais. Os bordados das jaquetas, feitos à mão, são trabalho de Guilherme e Urbano, artistas artesãos também mineiros.